sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Erliquiose Canina

Erliquiose Canina



Com os dias quentes se aproximando, precisamos ficar mais atentos aos cuidados de prevenção contra os ectoparasitas (carrapatos e pulgas).

A erliquiose é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria de nome Erliquia canis, prevalente nas regiões de climas quentes, principalmente nas regiões tropicais.

Pode ser transmitida pelos carrapatos do gênero Rhipicephalus sanguineus, popularmente conhecido como carrapato marrom.

Este parasita é comum nos centros urbanos, adaptado ao meio domiciliar (casas, canis).

A doença pode se apresentar de forma aguda, assintomática ou subclínica e crônica e a gravidade pode variar de caso para caso.

Os sinais clínicos que o animal pode apresentar são variados, como apatia, falta de apetite, vômitos, diarréia, febre, perda de peso, tremores, convulsões, hemorragias.

A prevenção contra os ectoparasitas é muito importante, pois a uma vez contaminado, o animal sempre será portador desta doença.




segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Toxocaríase



Também conhecida como Síndrome da Larva Migrans Visceral, é causada por parasita pertencente ao gênero Toxocara. Este gênero possui 21 espécies, sendo as que se destacam são Toxocara canis e Toxocara gatti, que atacam cães de gatos respectivamente. Esta doença é uma antropozoonose de distribuição mundial. Este parasita tem como hospedeiro definitivo os animais, mas pode ataca o homem acidentalmente. Em cães, a infecção é mais frequente em cadelas prenhes e lactantes, bem como nos seus filhotes. Após o nascimento, o parasita completa o ciclo nesses filhotes dentro de 3 à 4 semanas de vida, eliminando os ovos do parasita pelas fezes. Para tratamento, o ideal é fazer um esquema ant – helmítico dos filhotes, como o auxilio de um médico veterinário para evitar que as larvas do Toxocara canis cheguem a forma adulta e libere ovos.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A ligação da mãe com o filhote durante o período gestacional



Durante a fase de gravidez dos nossos animais, existe uma interação entre a mãe e o filhote em desenvolvimento.
O órgão que liga a mãe ao feto é a placenta. Este órgão tem inúmeras funções como fazer o transporte alimentar, manutenção da gestação, atividade endócrina, isolamento do embrião/feto do organismo materno para evitar rejeição e a proteção dele.
Mesmo atuando como uma barreira protetora, a placenta não é capaz de impedir que certos tipos de substâncias possam chegar até o compartimento onde está o feto e lhe causar danos.
A passagem de medicamentos do sangue materno para o embrião durante a gestação vai depender de alguns fatores, incluindo o tipo de placenta, que é diferente entre as espécies.
Os fetos em formação ainda são incapazes de metabolizar certos medicamentos, o que poderá resultar em um acúmulo destes metabólitos, causando diversas anomalias e até o óbito.
O uso de qualquer medicamento, principalmente nesta fase, deve ser orientada e monitorada pelo Médico Veterinário.
Por Maria Angélica Moreno






segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Como levar seu amiguinho para viajar em segurança



      Quando decidimos levar nosso animal de estimação junto conosco em uma viagem, algumas medidas podem ser tomadas, para a segurança de todos.
      Os animais pequenos e os gatos devem ser transportados em uma gaiola ou caixa de transporte.
      Para os cães ainda temos a opção de utilizar um cinto de segurança, específico para eles e que pode ser adquirido em pet shops ou lojas de produtos destinados para animais, que é de fácil manuseio.
       A cada duas horas, devemos fazer uma pausa para que ele possa se locomover e fazer suas necessidades. Para isso, tenha em mãos uma coleira com guia e uma sacolinha, para recolher as fezes.
       Antes de viajar, procure seu médico veterinário para fazer um check-up. O veterinário poderá atestar que seu animal está saudável para aproveitar o passeio. Leve consigo os documentos e a carteirinha de vacinação de seu animal.
     Cuidado com a temperatura dentro dos veículos. A temperatura muito elevada pode levar o animal ao óbito em um curto período de tempo.
      Por Maria Angélica Moreno








segunda-feira, 17 de julho de 2017

Esterilização cirúrgica de caninos e felinos


   O excesso de animais das espécies canina e felina nas cidades causa uma série de transtornos à população urbana, como transmissão de zoonoses, riscos com acidentes por mordeduras, arranhaduras, atropelamentos e, consequentemente, prejuízos para a saúde pública. 
   Como ferramenta para amenizar esses problemas tem-se a esterilização cirúrgica que atende a legislação atual, além de propiciar bem-estar aos animais, maior longevidade, impedindo o nascimento de filhotes indesejáveis e sem condição de sobrevivência adequada.

Lui, Jeffrey Frederico et al. Esterilização cirúrgica de caninos e felinos em Jaboticabal: interação entre o benefício social e a pesquisa científica. Revista Ciência em Extensão, v. 7, n. 2, p. 29-40, 2011.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Espécie Exóticas

Espécies exóticas e pássaros

Os animais de estimação mais comuns nas residências são os gatos e os cachorros, seguido pelos peixes.
Há quem queira sair da linha convencional e adotar um animal exótico.
Os répteis e os mamíferos são os mais populares entre os animais exóticos que podem ser comercializados e criados dentro de casa.

Répteis
ü Tartaruga Tigre d´água
Conhecida também como tartaruga tigre ou tartaruga verde e amarela, é uma espécie de réptil da família Emydidae.
O seu nome é devido ao padrão das cores em listras amarelas e alaranjadas.
Pode ser encontrada no Brasil, Uruguai e Argentina.
É aquática e onívora, vive em zonas de pântanos, banhados, lagos, riachos e rios.
No Rio Grande do Sul, habita principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim.
Na época de reprodução, a fêmea desova até mais de 10 ovos por postura, em média e esses eclodem após 2 a 4 meses.
Os jovens medem cerca de três cm quando saem do ovo, enquanto que os adultos podem atingir 25 a 30 cm de comprimento. As fêmeas são geralmente maiores que os machos.
As tartarugas tigre d'água podem viver até 100 anos e são, por diversas vezes, ilegalmente comercializadas como animal de estimação.
Esta espécie, bem como a subespécie norte-americana Trachemys scripta elegans, começa a surgir em lugares fora do seu habitat natural, como o Lago Paranoá, em Brasília, possivelmente oriundas de abandono dos donos.
A espécie norte-americana se distingue, entre outras coisas, por ter uma mancha vermelha atrás dos olhos.
As tartarugas podem ter algumas doenças como pneumonias, distocias, descalcificação óssea, gastroenterites, prolapsos, entre outros.
Esta espécie é considerada da fauna silvestre e sua posse e manutenção só são permitidas com a específica documentação, como a nota fiscal de compra, onde está explícito o nome popular e científico, informando o número do animal gravado na parte inferior do casco, o microchip. O animal não pode ser vendido sem microchip.
A nota fiscal contém ainda um número, o certificado de origem e o número do criadouro comercial de fauna silvestre brasileira registrado no IBAMA, além do nome do proprietário, RG, CPF e endereço. A nota fiscal deve sempre estar disponível em caso de fiscalização ou transporte.



Iguanas
A iguana é um réptil que habita regiões tropicais da América. Podemos encontrar iguanas na região norte do Brasil, países da América Central e México. Elas vivem, principalmente, em áreas florestais.
Possuem excelente habilidade para subir e andar em árvores.
Alimentam-se de insetos, pequenos roedores, lesmas, frutas, vegetais e até flores.
A iguana adulta pode atingir 1,70cm e viver em média de 10 a 13 anos.
Possuem uma fileira de espinhos na região das costas e quando são jovens, estes répteis são de coloração verde. Na fase adulta ganham listras escuras pelo corpo.
São ovíparos, ou seja, a forma de reprodução inclui o depósito de ovos no meio externo.
Possuem um excelente sistema de visão, podendo enxergar objetos a grandes distâncias.
Costumam se comunicar com outras iguanas através de sinais visuais.
As espécies mais conhecidas são: iguana-verde, iguana-das-caraibas e iguana-marinha.



Mamíferos

ü Mini Porco
O mini porco é um animal dócil e inteligente, que vem ganhando espaço nas casas das famílias brasileiras e fazendo a alegria das crianças.
Os porquinhos podem ser criados, inclusive, dentro do apartamento.
O mini porco faz parte de uma linhagem de suínos que não atinge o tamanho de um porco comum, isso permite que esses porquinhos sejam criados como qualquer outro animal doméstico.
Além de pequeno, o mini porco é fácil de ser adestrado, sendo uma ótima opção de criação para quem não pode ter um cachorro ou um gato.
Quem já tem outro pet também pode adquirir um mini porco, pois a convivência com outros animais costuma ser bem tranquila, devido ao seu comportamento calmo e amoroso.
Enquanto um porco comum pesa cerca de 100 kg, o mini porco pesa em média 25 kg e mede de 30 a 40 cm, seu tamanho na fase adulta pode ser comparado ao de um cachorro da raça buldogue.
A coloração do porquinho é variada e, ao contrário dos animais de estimação comum, como os cães e gatos, o mini porco não solta pelos, sendo uma ótima opção de criação para quem tem alergia.



ü Porquinho da Índia
O porquinho da Índia é um roedor que, quando está na natureza, costuma viver em pequenos grupos, formados por machos, fêmeas e seus próprios filhotes que vão se reproduzindo e formando a colônia.
Em outras palavras, a natureza desse animal é estar sempre acompanhado por outro de sua espécie, por isso é indicado ter no mínimo uma dupla de porquinhos da Índia como animais de estimação.
Não é preciso ver isso como um problema, afinal o porquinho da Índia não demanda muita atenção, cuidado ou espaço dentro de casa.
Esses mini roedores chamam a atenção das crianças que se divertem vendo eles se exercitarem na girando a rodinha de dentro da gaiola.



ü Furão
O furão é um mamífero carnívoro da família dos Mustelídeos.
Existem diversas espécies de mustelídeos, sendo a mais conhecida o furão-doméstico (Mustela putorius furo), utilizado como animal de estimação em vários países do mundo.
O termo é geralmente utilizado como referência ao furão-doméstico, descendente do tourão ou eventualmente do tourão-das-estepes, mas também há duas espécies de mustelídeos americanos que ocorrem do México à Argentina, conhecidas como furão-grande e furão-pequeno.
Ao contrário do que dizem algumas crenças populares, os furões não são roedores e pertencem à família dos Mustelídeos, na qual se incluem os texugos e as lontras.
Divertidos, agitados e extremamente bagunceiros os furões se alimentam de ração específica e exigem uma série de cuidados com a saúde.



ü Sagui
O sagui é o macaco de menor porte existente na natureza, também denominado mico.
Integra a família Callitrichidae e o termo em português provém da língua tupi.
Ele tem o rabo comprido, sua cabeça é extensa e ampla, as unhas apresentam o formato de garras, embora o polegar tenha uma configuração distinta e não se separe dos demais. 
Este animal é portador de 32 dentes: oito incisivos, quatro caninos, doze pré-molares e oito molares.
São geralmente encontrados em grupos, abrigados em arbustos, pois são dotados de unhas aguçadas e de incomum desenvoltura, recursos que lhes permitem subir em árvores sem qualquer problema.
Já o rabo, desproporcional em relação ao seu tronco, não lhes confere a habilidade de outros primatas para suspendê-los nos ramos; eles exercem somente a função de equilibrá-los.
Seus pelos podem ser pretos, castanhos, brancos, dourados e prateados. Eles adoram ter sua pelagem alisada por meio de escovas dentais não usadas e se entrosam muito bem com os humanos, ocultando-se em seus cabelos e andando através de seus ombros.
Mas é importante não se deixar iludir por seu jeito aparentemente tranquilo, pois são instáveis e podem, repentinamente, cravar os dentes em alguém sem nenhum motivo concreto.




Aves Exóticas
As aves são extremamente sociáveis e com inteligência acima da média, sendo consideradas exóticas os papagaios, calopsitas, canários e periquitos. Outras são consideradas ornamentais, como o pato, cisne, pavão ou galinhas.
Algumas espécies de aves como corvos e papagaios são capazes de imitar a voz humana e por isso dizem que são capazes de falar.
Além da capacidade de imitação, eles conseguem fazer conexões. Se a ave perceber que ao imitar um determinado som (exemplo “quero comer”), recebe uma recompensa (comida), então ela vai “dizer” que quer comer toda vez em que sentir fome.
ü Cacatuas
São aves da família dos psitacídeos, semelhantes aos papagaios em relação ao bico e morfologia dos pés (dois dedos para frente, dois para trás).
Como características distintivas, as cacatuas apresentam uma crista móvel e plumagem de cores simples. As cacatuas têm distribuição geográfica restrita à Oceania (mais precisamente nas florestas australianas) e em ilhas vizinhas do Pacífico. Há cerca de 20 espécies de cacatuas.
São barulhentas e coloridas, com bicos encurvados e pés com grande capacidade de movimentação, usados para andar, subir em árvores e levar comida à boca.
São dotadas de um penacho que é erguido em exibições de corte.
São especializadas em comer sementes e quebrar nozes. Reúnem-se em grandes bandos, vivem em ambientes relativamente úmidos e têm cauda curta. Alimentam-se principalmente no solo.
As cacatuas têm uma expectativa de vida que varia de 30 a 75 anos. São aves extremamente dóceis e brincalhonas, se adquiridas em um cativeiro.
Podem aprender a “cantar” e a “falar”.
O que torna a Cacatua particular é a sua crista, que levanta e abaixa dependendo do seu estado de humor.
Aprendem com muita facilidade a abrir gaiolas e a pegar em pequenos objetos como isqueiros, canetas, relógios, pulseiras, cordões, dentre outros, podendo representar um perigo para o animal. Portanto, é importante deixar estas pequenas coisas longe de seu alcance.
Uma das formas de ultrapassar este problema é ter alguns brinquedos próprios para ela ou também dar-lhe nozes ou castanhas para lhe entreter.
Se sentirem-se esquecidas ou abandonadas, tendem a arrancar as penas e a destruir tudo o que tenham à volta, seja plantas, mobília, eletrodomésticos e até mesmo roupas.


§  Cacatua Alba:
- Tem o mesmo nome popular e o nome científico.
- Possui as penas brancas contrastando com os olhos, bico e pernas pretas.
- Não é possível diferenciar os machos e as fêmeas, pois são bem semelhantes.
- Medem em torno de 46 cm e pesam entre 800 a 900g.
- São nativas da Indonésia.
- Costumam viver em copas de árvores de florestas secundárias e são avistadas geralmente aos pares, mas podem ser visualizadas mais de cinquenta aves se alimentando.
- Começam a se reproduzir a partir dos quatro anos de vida quando se encontram maduras para a procriação.
- As fêmeas põem de 2 a 3 ovos que ela e o macho chocam alternadamente durante 26 a 30 dias.
- Os filhotes começam a voar após 2 a 3 meses.
- A média de vida é de 40 anos.
- São aves amistosas, dóceis, gentis e fáceis de serem ensinadas.



§  Cacatua Galerita
- Tem o nome popular igual ao nome científico.
- Sua plumagem é branca, destacando-se a crista de cor amarelada. As pernas, bico e olhos são pretos.
- Não é possível diferenciar machos e fêmeas, pois são bem parecidos.
- Medem de 38 a 51 cm e pesam entre 800 a 900g.
- São aves comumente encontradas na Austrália e na Nova Guiné.
- Costumam levar uma vida mais sedentária, ou seja, não viaja muito longe em busca de alimento e áreas de dormitórios.
- São vistas em grupos muito grandes que podem ultrapassar 2000 indivíduos.
- A partir dos 4 anos de vida já se encontram maduras para a procriação. As fêmeas põem de 2 a 3 ovos que ela e o macho chocam alternadamente durante 30 dias.
- A média de vida é de 40 anos.
- São aves amistosas, dóceis, gentis e fáceis de serem ensinadas. Com algum treino e paciência podem aprender algumas palavras.




§  Cacatua Inca
- Tem o nome científico de Cacatua l. leadbeateri e o nome popular de Cacatua Inca.
- Nativa das áreas áridas do interior da Austrália com exceção do nordeste.
- As penas da crista têm a base rosa, as pontas brancas, uma faixa central vermelha e nesta uma listra amarela no centro.
- Sua cabeça, peito e abdômen são de cor salmão, possui ainda um vistoso branco na parte mais baixa do abdômen e nas asas, o círculo ao redor dos olhos é branco, sua íris é marrom escuro, têm os pés cinza e o bico cinza escuro.
- Mede em torno de 35 cm e pesa entre 360 a 400g.



ü Calopsitas
São nativos da Austrália, aonde podem ser vistos na natureza, vivem em regiões áridas e semiáridas do país.
São aves que costumam voar em bandos acompanhando o ciclo das chuvas, em busca de alimentos.
A reprodução ocorre no período das chuvas, pois a criação de filhotes fica ajustada à disponibilidade de grãos e frutos justamente nessa época.
A Calopsita apega-se facilmente aos seus donos e reconhecem-nos de longe.
São muito participativas e brincalhonas, sendo considerada uma ave sociável, pois convivem bem com algumas espécies menores, desde que instalados em espaço adequado. Podem aprender a imitar a voz humana, mas não são muito exímias nesse aspecto.
A diferença entre os sexos é a intensidade de cores da sua plumagem.
Os machos têm a cabeça e as faces predominantemente amarelas, enquanto que as fêmeas quase não apresentam cor amarela.
São aves muito resistentes. Pode deixa-las no viveiro ao ar livre, durante o inverno, desde que disponha de refúgio num abrigo noturno, protegido das correntes de ar e da geada.
Existem numerosas mutações cromáticas atraentes das espécies selvagens originais (cinzentos), a branca e amarela, calopsitas com tonalidades pastel, malhadas e nacaradas.
Medem em torno de 30 a 32 centímetros e pesam entre 85 a 120 gramas.
Podem viver por até 25 anos e fazer a postura de 3 a 9 ovos.

§  Calopsita Lutino
- Ave branca apresenta ausência de melanina, por essa razão o bico e pés são rosados e olhos avermelhados.
- Sua coloração vai desde uma coloração no corpo quase branca até um amarelo forte.
- Existe ainda a combinação do lutino com outras mutações, surgindo então Lutino-Pérola, Lutino-Arlequim, Lutino-Canela, etc.
- Algumas aves lutinos e albinas apresentam uma falha de penas logo abaixo do topete, que é uma herança de falha genética.  



§  Calopsita Cinza
- A variedade encontrada na natureza, tem o corpo cinza com as bordas das asas brancas.
- A crista do macho é amarela sobre uma cabeça amarela e, na fêmea, cinza amarelado com a cabeça cinza.
- Ambos têm as "bochechas" formadas por uma mancha vermelha, circular, em cada lateral da cara, de tom mais suave na fêmea.
- A cauda é totalmente negra no macho e na fêmea intercala negro com amarelo na parte de baixo.
- No macho adulto, a cabeça é amarela, com duas manchas circulares laterais (bochechas) de cor vermelha, crista amarela, corpo revestido com penas de cor cinza, com o dorso mais escuro, bordas das asas brancas e cauda negra.
- A fêmea adulta apresenta a mesma coloração dos filhotes, sendo o corpo é de cor cinza, cabeça também cinza com as bochechas de cor vermelha mais suave, crista cinza-amarelada, bordas das asas brancas e face interior da cauda estriada de amarelo e preto, com penas laterais externas amarelas.
- Em ambos os sexos, os olhos são marrons, o bico cinza escuro e as pernas e pés, cinza escurecido.



§  Calopsita Cara Branca
- Surgiu na Holanda por volta de 1969 e no final da década de 1970 passou a ser produzido na Alemanha e Inglaterra.
- Essa mutação causa perda do pigmento que confere tons amarelo e laranja, causando a falta da pigmentação laranja e amarela nas bochechas e no corpo.
- A fêmea tem o corpo cinza, bordas das asas brancas e face interior da cauda com estrias pretas e brancas não apresentando a “bochecha”, tornando a face inteiramente cinza.
- O macho segue um padrão parecido com o normal, porém com a face totalmente branca e um tom mais escuro, crista cinza e bordas das asas brancas.



Por Maria Angélica Moreno

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Leishmaniose visceral canina



Doença infectocontagiosa causada por um protozoário conhecido como Leishmania sp., que é transmitido pela picada do mosquito flebótomo infectado, também conhecido como mosquito palha ou birigui. É considerada uma zoonose e pode acometer homens e cães. Nos caninos de estimação, ela é conhecida como leishmaniose visceral canina.
Sua transmissão ocorre quando o animal é picado pelo inseto infectado, sendo assim a doença não é transmitida de um animal para outro.
O tratamento da doença não é proibido, mas gera polemicas. O que é proibido é o tratamento com medicamentos humanos.

A prevenção da doença deve ser feita através da vacinação. No Brasil existe uma vacina contra a leishmaniose visceral canina, com uma proteção acima de 92%. Outras medidas de proteção devem ser tomadas, como o combate ao inseto vetor da doença, inseticida no ambiente e a utilização de produtos repelentes no animal.
Por Maria Angélica Moreno